13 de Junho, Dia de Santo António.
Como manda a tradição Lisboa presta
homenagem ao seu padroeiro, que com São Vicente da capital são reis: Santo
António. Nasceu na igreja-museu, vizinha da Sé, em 1195; e faleceu em 1231,
ficando sepultado em Pádua (Itália), onde são veneradas as suas relíquias.
Sendo feriado municipal,
neste dia os lisboetas têm vindo a juntar á data outras iniciativas de caracter
cultural, social e turístico, como sendo os casamentos de Santo António, as
machas populares e por associação os derivados que
dai advém em prol da gastronomia e demais setores do comercio alfacinha.” Na
Itália, Santo António destacou-se
como pregador e primeiro professor de Teologia da ordem franciscana recém
fundada por São Francisco de Assis.
Em 1946, Pio XII proclamou-o como “doutor da
igreja universal”, com o título de ‘Doctor Evangelicus’ (Doutor Evangélico)”.
“O Museu procura “contextualizar esta devoção, explicar a importância de Santo
António, o único doutor da Igreja português”, que nasceu em Lisboa e “foi
importante para a cidade”. O procissão que sai às 17h00, da igreja que antes
foi espaço onde moraram seus pais, e ele terá nascido, segue depois por todo o
bairro a Alfama e só regressa umas duas horas depois. Este ano fiquei-me por
visitar só a igreja e não acompanhar a procissão e nem tempo tive para dar um
abraço aos meu amigo franciscano Sr. Padre Teixeira, que passou rentinho a mim.
Dou-lho daqui.
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